Este site foi criado
para levar conhecimento sobre arritmia cardíaca aos
pacientes e à população em geral. Aqui
você encontra informações seguras e relevantes
sobre o tema, esclarece suas dúvidas e divide suas
experiências.
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| As
palpitações podem
ser causadas por arritmias cardíacas, doenças
cardíacas não-arrítmicas, condições
clínicas variadas (gravidez, hipertireoidismo,
baixa taxa de glicose, baixa oxigenação,
febre, anemia, desidratação, hemorragia),
emoções (medo, estresse), causas psiquiátricas
(ansiedade, síndrome do pânico) ou
uso de medicações (hormônios
tireoidianos, antitussígenos, antiarrítmicos,
descongestionantes, broncodilatadores para asma)
e/ou drogas (álcool, nicotina, cafeína,
cocaína e anfetamina). |
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| Existem várias
modalidades de tratamento e a escolha depende do
tipo de arritmia, freqüência
e severidade dos sintomas. Em alguns casos, não
é necessário o tratamento. Os principais
são: medicações, cardioversão
elétrica, mudanças no estilo de vida,
marcapassos e desfibriladores, ablação
por cateter e cirurgia. |
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| Ablação
por Cateter com Radiofreqüência
é um método de tratamento das arritmias
cardíacas através do qual é
feita a cauterização dos seus focos,
localizados pelo estudo eletrofisiológico.
Essa cauterização é realizada
pela aplicação de energia de radiofreqüência
(uma forma de energia semelhante ao bisturi elétrico),
por meio de cateteres interligados a uma máquina
especial. |
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| Fribilação
Atrial é a taquicardia mais freqüente
no consultório dos cardiologistas. É
um ritmo irregular proveniente dos átrios.
Sua prevalência aumenta com o avançar
da idade, atingindo mais de 10% dos idosos acima
de 70 anos e pacientes portadores de doença
cardíaca. Em vez de um único estímulo
elétrico (originado no nó sinusal
no átrio direito) viajar pelo átrio
até o nódulo átrio-ventricular,
muitos impulsos (300 a 600 impulsos por minuto)
originados nos dois átrios competem para
atravessar o nódulo átrio-ventricular. |
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| A prevenção
da morte súbita passa desde
a prevenção da doença coronariana
e seus fatores de risco (hipertensão, diabetes,
sedentarismo, tabagismo), avaliação
cardiológica de pessoas com história
de desmaios (síncopes) ou história
familiar de morte súbita, até a implantação
de defibriladores externos automáticos em
locais por onde passem mais de 2000 pessoas/dia,
como aeroportos, shoppings, estádios. O desfibrilador
externo automático (DEA) é auto-explicativo,
podendo ser manuseado por qualquer pessoa. |
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| O marca-passo ressincronizador
é um dispositivo eletrônico composto
por uma bateria (gerador), 2 cabos eletrodos ventriculares
(direito e esquerdo), com ou sem um cabo eletrodo
atrial. Ele diminui o retardo de contração
entre os ventrículos e ajusta o intervalo
de contração entre os átrios
e os ventrículos. Também conhecido
como marca-passo biventricular. O gerador envia
um impulso elétrico através dos eletrodos,
que estimulam o músculo cardíaco,
fazendo com que os ventrículos direito e
esquerdo contraiam juntos ou muito próximos.
Isso aumenta a força com que o coração
bombeia o sangue, melhorando sua função. |
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