
Alguns pacientes com predisposição genética
para doenças arrítmicas raras, que podem ocorrer
até mesmo em crianças (Síndrome de Brugada,
Síndrome do QT longo congênito, miocardiopatia
hipertrófica) e pacientes com doenças cardíacas
(infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca,
doença de Chagas) apresentam risco aumentado para arritmias
e morte súbita.
Logo, parentes de pacientes com doenças genéticas
arrítmicas e doenças cardíacas deverão
realizar exames para diagnosticar e prevenir arritmias e morte
súbita.
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